quarta-feira, 11 de outubro de 2017

FMI alerta para o fim dos Bancos



Na semana passada, a Diretora Geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, deu uma declaração surpreendente, sobre o impacto que as criptomoedas poderão ter na economia nos próximos anos. Segundo Lagarde, Bitcoin e as criptomoedas em geral têm tanto futuro quanto a própria Internet. E poderão substituir Bancos Centrais e a atividade bancária como a conhecemos hoje, além de desafiar o monopólio das moedas nacionais.
Numa conferência organizada pelo Bank of England, a número 1 do FMI ressaltou que as limitações técnicas que as criptomoedas enfrentam hoje em breve serão coisa do passado. Usando o conceito de Tecnologias Exponenciais da Singularity University, eu diria que as criptomoedas estão na fase da Decepção, que é anterior ao ponto de inflexão da curva de adoção pelos usuários. Neste estágio, a tecnologia costuma enfrentar várias dificuldades, que tornam o seu uso limitante. Assim, as pessoas que a experimentam tendem a considerá-la tão ruim, que pensam ser incapaz de substituir o sistema atual. Não se dão conta, entretanto, de que sua evolução se dá de forma exponencial e não de forma linear, como estamos acostumados a pensar. Assim, em poucos meses, ela terá evoluído o que nossas mentes comumente projetariam para décadas. Assim foi com o celular, o smartphone, a energia solar, e está sendo com o carro autônomo e inúmeras outras tecnologias.
Lagarde, em sua palestra, lembrou que há não muito tempo atrás especialistas afirmavam que computadores pessoais nunca seriam adotados pelo grande público e os tablets serviriam como caras bandejas de cafés. Ela alertou para que não se faça o mesmo julgamento com as moedas virtuais.
Ela enxerga que as criptomoedas hoje não são vistas como uma ameaça real para a indústria financeira por enfrentarem quatro grandes desafios: (a) são muito voláteis; (b) são intensivas em energia; (c) as tecnologias subjacentes não são escaláveis; e (d) não são ainda totalmente transparentes para os reguladores. Mas todas estas limitações serão superadas com o tempo, segundo ela.

quarta-feira, 19 de julho de 2017







Podemos Melhorar


Independente da sua ideologia política ou teoria econômica favorita, acredito que todos nós já aprendemos que “ninguém fará por nós”.

Podemos ficar esperando que alguém mude o mundo, o país, nossa cidade e até mesmo nossa empresa, mas a verdade é que uma mudança consistente não acontece de lá para cá, e sim de cá para lá.

Tudo começa com uma pessoa que decide melhorar, e que então passa a propagar essa decisão para a empresa onde trabalha, para a comunidade onde mora e assim por diante. As somas dos resultados obtidos pelas ações de muitas pessoas é que fará o mundo melhor.

Agora precisamos decidir se faremos parte das pessoas que provacam as mudanças, ou daqueles que sofrem as mudanças.

Batemos a casa dos 14 milhões de desempregados (o que é muita gente!), mas existe um outro número que me impressiona, que são quase 10 milhões de pequenas empresas no Brasil (o que também é muita gente), ou seja, se cada uma dessas empresas conseguisse contratar apenas 1 novo funcionário, teríamos ou não um país melhor, uma comunidade melhor, uma vida melhor.

Escrever aqui é fácil, difícil é fazer a conta fechar no final do mês, pagar todo mundo e ainda fazer sobrar dinheiro para continuar investindo, eu sei disso, e sei que você também sabe. Mas precisamos criar um cíclo virtuoso e agora é a sua vez.

Já decidi, melhor que isso, já pus em prática. Refizemos o planejamento da empresa, ajustamos o nosso poscionamento, estamos fazendo diferente, e já voltamos a contratar.


Agora vamos em busca dos futuros novos líderes do mercado, aqueles que como nós, vieram até aqui e agora estão tomando a decisão de “parar de chorar e começar a vender lenço, colírio, óculos escuros, seja o que for...”

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Videoconferências: reduzindo custos na comunicação


Por Dionatan Sganzerla

Com os avanços tecnológicos e todas as facilidades de contato que nos vem sendo oferecida ao nosso dia a dia, a comunicação entre as pessoas vem se modificando de tempos em tempos. No mundo dos negócios não é diferente, executivos, diretores e pessoas envolvidas em negociações também utilizam estes avanços tecnológicos a seu favor.
 

Videoconferências já são utilizadas a alguns anos para fazer a comunicação entre pessoas que precisam ter um contato empresarial e nem sempre podem se deslocar até o local físico das reuniões. Hoje com o aumento da velocidade da internet e da melhoria dos equipamentos para comunicação visual, vê-se um grande avanço na hora de avaliar qualidade de imagens e velocidade de transmissão. Se formos fazer uma comparação com o século passado, por exemplo, veremos que nos últimos 15 anos a melhoria foi gigantesca no que se refere à comunicação.

Para haver uma boa comunicação entre as partes que irão fazer a vídeo conferencia, um conjunto de equipamentos estão envolvidos, sendo basicamente estes: uma boa câmera que transmita dados em HD ligada a um computador ou com comunicação direta ao seu equipamento de destino, um 

bom equipamento de som (Microfone/Fone de Ouvido/Aparelho de Entrada e Saída de Áudio) e uma boa velocidade de internet variando de 5 a 20 Mega.

Alguns outros equipamentos oferecem algumas especificações mais avançadas para um detalhamento maior, seja na exposição de arquivos ou documentos que são necessários no momento da reunião, por exemplo. O ideal é verificar qual a necessidade para cada caso e pesquisar sobre quais equipamentos podem oferecer estas tecnologias com qualidade. Com a utilização deste tipo de tecnologia as corporações podem conseguir uma redução nos custos de projetos em alguns pontos como, por exemplo, a locomoção e hospedagem de seus colaboradores ou parceiros de negócios.








sexta-feira, 25 de abril de 2014

Sua empresa está acima ou abaixo da média?

A FGV apresentou os resultados da 25ª pesquisa anual realizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

A destacar, o pequeno aumento no valor investido em TI no Brasil que passou de 7,2% em 2012, para 7,3% do faturamento líquido das corporações em 2013. Outro aspecto a ser analisado é a grande diferença nos valores investidos

O professor Fernando Meirelles, coordenador da pesquisa, é preciso ao afirmar que "Muitas das pequenas e médias empresas só se informatizam por causa da lei".

Recomendo a leitura da matéria completa (veja a matéria aqui) e uma reflexão sobre a forma como sua empresa trata a TI, investimento ou custo?

Fonte: computerworld.com.br


terça-feira, 4 de março de 2014

Três dicas ao avaliar a compra de um ERP

A importância da Tecnologia da Informação para as empresas é cada vez mais reconhecida por gestores e administradores, tornando-se fator crítico de sucesso para as operações e, muitas vezes, de sobrevivência. Apesar disso, algumas organizações ainda utilizam softwares desenvolvidos internamente ou ERPs limitados que não mais atendem às necessidades da empresa. É algo natural na evolução da organização: na medida em que seu crescimento, controles, métodos, processos e relatórios tornam-se mais apurados, surgem novos departamentos, e os sistemas deixam de suportar as demandas da empresa, sendo necessária a implementação de um novo ERP, mais adequado ao momento corporativo e sua atuação no mercado.
 
No entanto, para adquirir um sistema de gestão completo, que atenderá a todos os setores da empresa, não basta apenas ter a verba disponível. O processo de escolha e de implementação devem ser olhados de perto, pois são complexos e demorados, exigindo a participação de várias áreas da empresa, muitas vezes colocando os responsáveis dos setores envolvidos em situações bastante delicadas. Para auxiliar na escolha, seguem cinco dicas que não podem ser esquecidas ao escolher o sistema de gestão mais adequado à empresa:
 
Do que você precisa REALMENTE? - A alta direção deve definir os direcionamentos estratégicos da empresa, como crescimento, internacionalização, aquisições, fusões, abertura de capital, etc. Após isso, é necessário ter a lista de requisitos que o sistema de gestão deverá comportar para que ele atenda a esses direcionamentos. É essa lista que irá guiar o que deve ou não ser ativado no ERP e deve estar classificada conforme a real importância e a prioridade de uso de cada item. Essa atividade deve envolver os responsáveis pelas áreas de negócio, pois eles têm detalhes importantes que podem ser fundamentais para o projeto.
 
Analise o longo prazo - O sistema deve ter escalabilidade para acompanhar o crescimento da empresa conforme os processos ficam mais complexos. Mesmo que algumas funcionalidades não sejam utilizadas no primeiro momento, é importe que o sistema as possua para não limitar os negócios no futuro. Algumas mudanças no escopo inicial ocorrem, inclusive, no período de implementação. É importante que a verba e o planejamento do projeto possuam margem para possíveis mudanças.
 
Encontre parceiros e não fornecedores - A implementação de um sistema de gestão é complexa: envolve todos os processos da organização e exige muito comprometimento tanto da empresa que irá implementar quanto do cliente. Esse é um processo relativamente longo e não é incomum ocorrerem problemas pontuais e mudanças no planejamento. Para que o projeto continue nos trilhos e seja finalizado com o mínimo de conflitos, o integrador do sistema deve ser muito mais que um fornecedor. Ao escolher, não deixe de analisar aspectos intangíveis, como postura consultiva, atitude de parceria, flexibilidade e acesso aos gestores da contratada. 

Fonte; Imasters
Por: Alessandre Trintim

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Tratamento Tributário Diferenciado (TTD 702)

Em 2010 a Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina comunicou que haviam sido credenciadas no Tratamento Tributário Diferenciado - TTD 702, mais de 18 mil empresas, as quais ficaram desobrigadas da emissão de NF-e.

Em 17/12/2013, através do Decreto Nº 1.923 o novo prazo para a obrigatoriedade dos contribuintes, que possuem Tratamento tributário Diferenciado (TTD 702), estarem obrigados a emitir NF-e foi estabelecido como sendo 01/04/2014.

Muitas dessas empresas deverão optar por um software de gestão que além de emitir notas fiscais eletrônicas, permita a automação de processos e aumento do controle sobre áreas crucias como custos e financeiro.

A opção por um ERP que opere no modelo de cloud computing (computação na nuvem) deve ser considerado, entre outras razões, por não demandar investimentos em infraestrutura para a implantação e manutenção da aplicação, por exemplo, com backups.

Fonte: http://nfe.sef.sc.gov.br

Vantagens e desvantagens da plataforma Magento

Antes de analisar as vantagens e desvantagens da plataforma Magento E-commerce, vamos entender as características desse sistema. O sistema Magento é uma plataforma de E-commerce, Open Source, ou seja, é um sistema de código fonte aberto, onde você pode baixar gratuitamente da Internet, e instalar em um servidor de sua responsabilidade. O Magento sem dúvida é o sistema de e-commerce open source mais completo da atualidade, com recursos muito avançados de loja virtual, sem igual, muito seguro, e tecnologia apurada de SEO – Search Engine Optimization, que facilita a indexação nos buscadores como o Google, diminuindo os custos de investimento em publicidade significativamente se for explorados os recursos de SEO que o sistema possui.

O Magento roda em um servidor Linux com PHP e base de dados MySql, que também são gratuitos, não exigindo investimentos em licenças de softwares.

Outra característica é que o Magento encontra-se no Brasil em uma fase madura, com pacotes de tradução português-brasil, bons prestadores de serviço Magento, uma comunidade local forte e ativa, além de bem ambientado e formatado para a realidade para uso no Brasil (meios de pagamento, cálculo de fretes, etc.). É sem dúvida uma opção a ser avaliada em seu projeto de e-commerce.

Vantagens da plataforma Magento

  1. Possui os melhores e mais avançados recursos que um sistema de e-commerce pode oferecer
  2. Uma infinidade de módulos adicionais que podem ser instalados e personalizar a loja virtual de uma forma incrível
  3. Recursos Avançados de SEO, que se explorados podem fazer toda a diferença, trazendo tráfego orgânico, não pago, ou seja, diminuindo os custos de marketing digital.
  4. Muito Robusto e forte nos quesitos de segurança e estabilidade
  5. Por ser um sistema rodando em um servidor próprio, as informações de sua loja virtual do banco de dados, como cadastro de clientes, produtos, pedidos e transações são totalmente privadas, sem acesso de terceiros, diferentemente se a loja fosse alugada.

Algumas desvantagens da loja virtual Magento:

  1. Por ser um sistema Open Source e possuir um alto padrão de programação estruturada, baseado em Zend, o Magento exige mão de obra altamente especializada, que dependendo do projeto e das exigências, pode se tornar um custo de instalação, configuração e manutenção significativo que devem ser considerados no projeto.
  2. Por ser o Magento um sistema muito robusto, para rodar adequadamente exige também um servidor mais robusto, em geral um servidor semi-dedicado, cloud-computing ou dedicado, que também possui um custo de hospedagem mais elevado. Os planos de hospedagem possuem em geral a opção de ser gerenciado pela hospedagem ou gerenciado pelo cliente. Se optar pelo gerenciamento pela hospedagem o custo é maior, e se optar pelo gerenciamento pelo cliente, a responsabilidade do funcionamento do servidor e bakcups são suas, devendo contratar um prestador de serviços que possa oferecer esse tipo de serviço, em ambos os casos, esses custos devem ser considerados no projeto.
  3. Se for pensar em desenvolver ou prestar manutenção no Magento internamente em sua empresa, através de um programador PHP, o sistema possui uma curva de aprendizagem bastante longa se comparado a outros sistemas open source, embora baseado em programação PHP, dado a complexibilidade do sistema.
  4. O aspecto mais negativo que vejo para o Magento, é que mesmo que você atenda aos requisitos de robustez de servidor, corre o risco do sistema ainda assim ficar lento, levando alguns segundos para a loja carregar, dependendo do peso da loja, acima da expectativa, mais que 5 segundos, o que prejudica em muito suas ações de Marketing Digital. É muito comum lojas Magento aqui no Brasil, rodando com certa lentidão, no carregamento das páginas.

Conclusão

Particularmente acho o Magento um sistema fantástico, uma ótima opção de sistema de e-commerce, tive a oportunidade de estudar a estrutura de programação, instalar uma loja virtual e personalizar o layout, mas realmente os detalhes que citei devem ser bem pensados antes de optar pelo Magento como plataforma de e-commerce de loja virtual, e principalmente saber que são necessários muitos recursos de servidor para a loja rodar com performance adequada. Minha dica é tentar contratar um serviço completo (hospedagem + configuração magento + manutenção magento) com uma única empresa, que esteja apta a prestar um serviço de qualidade.


Fonte: Vender Mais Online